
Os ipês floridos expressam em mim o vazio em forma de amor. O amor que inabita meus dias mas que presente está em mim, latejando poros abaixo, a tessitura do meu ser.
A vontade de prolongar essa sensação me é às vezes contraditória, desejo beber do pote, estancar a fonte, viver com igual plenitude a magia e o encanto. Mas logo vejo condicionais, barco a vela que me segue rio abaixo.
Como os ipês, o amor que em mim achou morada está florido. Encontra-se no seu ápice primaveril e floresce terna e despretenciosamente a cada manhã que decidida me ponho a pensar.
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1 comentários:
Minha flor de cerejeira.
Que tem belos lábios como as folhas de uma pitanqueira.
Do mar és sereia.
De beleza que desafia o tempo que corre como areia.
Dedico esses versos bobos a uma amiga que eu aprendi a gostar muito.
Kiso in the heart. rs
o/
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